Steam Machine é lançada em 2025: Valve desafia PS5 e Xbox Series X com PC de sala de estar

Steam Machine é lançada em 2025: Valve desafia PS5 e Xbox Series X com PC de sala de estar
RENATO DA ANTONIO 19 Comentários novembro 29, 2025

A Valve voltou com força total ao mercado de consoles com o lançamento do Steam Machine em 12 de novembro de 2025 — um aparelho compacto, de formato cúbico, que não quer ser apenas mais um console. Ele quer ser o PC da sala de estar. Medindo 6,3 polegadas por lado e com apenas 3,1 litros de volume, ele parece um mini-PC disfarçado de console, mas com a alma do Steam. E não é só estética: por baixo do capô, ele traz um processador AMD Ryzen de seis núcleos Zen 4, rodando até 4,8 GHz, e uma GPU RDNA 3 com 8GB de VRAM GDDR6, capaz de gerar 17,27 TFLOPS de desempenho. Mas aqui está o detalhe que importa: ele é 15,6% mais fraco que o PlayStation 5 e 36,5% mais lento que o Xbox Series X. Isso não é um erro. É uma escolha.

Um console que não quer ser um console

O Steam Machine não foi feito para bater o Xbox Series X em potência bruta. Foi feito para ser mais flexível. Enquanto o PS5 e o Xbox são sistemas fechados, com interfaces otimizadas e jogos exclusivos, o Steam Machine roda SteamOS — uma versão personalizada do Linux que, graças ao Proton, consegue rodar quase todos os jogos da Steam. Isso é uma revolução silenciosa. Você não precisa de um PC de mesa. Nem de um monitor. Basta conectar o aparelho à TV e jogar. Mas se quiser, pode instalar emuladores, editores de vídeo, até o navegador Firefox com extensões. É um PC, mas sem o caos do Windows.

Desempenho real: onde ele brilha — e onde vacila

Segundo análise do Notebookcheck.net em 28 de novembro de 2025, o desempenho gráfico do Steam Machine é equivalente ao de um laptop com AMD Ryzen 5 8640HS e Radeon RX 7600M. Em 1080p, ele entrega 60+ FPS em quase todos os títulos em configurações altas. Em 1440p, ainda mantém um desempenho sólido, com algumas otimizações. Mas na 4K? Aí entra o truque: FSR. O FidelityFX Super Resolution é essencial. Sem ele, jogos como Cyberpunk 2077 ou Starfield caem abaixo de 30 FPS. A memória de vídeo de apenas 8GB é o gargalo. O Xbox Series X tem 10GB de GDDR6, e o PlayStation 5 Pro, 16GB. A Valve optou por priorizar o processador — e isso muda tudo.

Problemas reais: streaming, DRM e a ausência de exclusivos

Aqui é onde o sonho esbarra na realidade. Se você quer assistir à Netflix, Disney+ ou Prime Video no Steam Machine, não é tão simples quanto no PS5. Muitos serviços bloqueiam navegadores Linux por causa de DRM. Não há apps nativos. Você pode tentar usar o navegador, mas a experiência é instável. Já no Xbox, você instala o app e pronto. No PS5, a mesma coisa. Isso não é um detalhe técnico — é um obstáculo para o público médio. E não temos os jogos da Sony ou da Microsoft. Nada de Spider-Man 2, Forza Horizon 5 ou Halo Infinite. O Steam Machine vive da biblioteca da Steam — e é imensa. Mas não é a mesma coisa que ter um jogo exclusivo que só você pode jogar.

Quem deve comprar? E quem deve evitar?

A Valve não está tentando roubar o mercado de consoles. Ela está conquistando um nicho que ninguém mais tocou: o jogador que ama PC, mas odeia gerenciar hardware. O cara que tem um PC potente na mesa, mas quer jogar no sofá sem ficar com fios por toda a sala. O entusiasta que já usa o Steam Deck e quer algo mais poderoso, mas sem abrir mão da simplicidade. Para ele, o Steam Machine é quase perfeito. Mas se você quer o melhor desempenho em 4K, com jogos exclusivos, controles de última geração e apps de streaming confiáveis? O Xbox Series X ainda é o rei. Se você ama narrativas, exclusivos e a sensação premium de um console fechado? O PlayStation 5 não tem concorrência.

Um novo tipo de console? Sim. Mas não o fim dos tradicionais

Um novo tipo de console? Sim. Mas não o fim dos tradicionais

O que o Steam Machine representa é a evolução natural da hibridização entre PC e console. A Valve aprendeu com o fracasso de seus primeiros Steam Machines de 2013 — e com o sucesso do Steam Deck. Agora, o sistema operacional é maduro, os drivers funcionam, e os jogadores entendem que jogar em Linux não é mais um desafio técnico, mas uma escolha de estilo. O aparelho também permite expansão via microSD, algo que poucos consoles fazem. Você pode instalar jogos em um cartão, usar no Steam Deck, depois colocar no Steam Machine — e ele reconhece automaticamente. Isso é inteligência de design.

Qual o futuro da Steam Machine?

Ainda não há previsão de versões com mais VRAM, mas especialistas acreditam que a Valve pode lançar uma versão Pro em 2026, com GPU RDNA 3.5 e 12GB de memória dedicada. Se isso acontecer, ela pode se tornar uma ameaça real. Mas por enquanto, ela não compete em potência. Ela compete em liberdade. E isso, para muitos, é mais valioso que ter 50% mais TFLOPS.

Frequently Asked Questions

A Steam Machine pode substituir um PC de mesa?

Não, mas ela pode substituir a necessidade de um PC dedicado para jogar na TV. Se você já tem um PC potente, o Steam Machine é um complemento, não uma substituição. Ele não roda software profissional como Adobe Premiere ou AutoCAD, e não tem portas de expansão para placas de vídeo. Mas para jogar, navegar e até usar emuladores, é mais que suficiente — e muito mais limpo que um PC com fios espalhados.

Por que a Valve escolheu 8GB de VRAM em vez de 10GB ou 12GB?

A Valve priorizou o equilíbrio entre custo, consumo de energia e desempenho em resoluções mais comuns. 8GB é suficiente para 1080p e 1440p, que são as resoluções mais usadas por jogadores de TV. Aumentar para 12GB elevaria o preço em cerca de 30% e o consumo de energia, o que iria contra o conceito de um aparelho silencioso e eficiente. A estratégia é apoiar o FSR, não a resolução nativa.

A Steam Machine tem suporte a controle de Xbox ou DualSense?

Sim, e com excelente compatibilidade. O Steam OS reconhece automaticamente o DualSense, o controle Xbox e até os controles de terceiros como o Steam Controller. A interface da Steam é otimizada para gamepads, e a maioria dos jogos funciona perfeitamente sem configuração adicional. A Valve fez questão de manter a experiência de console, mesmo sendo um PC.

E se eu quiser instalar Windows no Steam Machine?

Tecnicamente, é possível — mas a Valve não recomenda. O sistema é otimizado para SteamOS, e a instalação do Windows exige desbloquear o bootloader, o que anula a garantia. Além disso, o hardware foi projetado para Linux, com drivers específicos. O Windows pode rodar, mas perderá eficiência energética, e o som e o controle podem não funcionar como esperado. É um caminho para entusiastas, não para o público geral.

A Steam Machine é mais barata que PS5 ou Xbox Series X?

Não. O preço anunciado é de R$ 4.299, quase o mesmo do PlayStation 5 e do Xbox Series X. Isso porque ela usa componentes de alto desempenho, similares aos de laptops premium. O valor não é baixo — mas é justificado pela flexibilidade. Você não está pagando por exclusivos. Está pagando por liberdade. E isso, para muitos, vale o preço.

Qual o papel da Steam Machine no futuro dos jogos?

Ela representa o fim da divisão rígida entre PC e console. O futuro pertence aos dispositivos híbridos, onde você pode jogar no sofá, no quarto ou na mesa, com o mesmo jogo, mesma conta, mesma biblioteca. A Steam Machine é a primeira tentativa bem-sucedida de trazer essa ideia para a TV sem sacrificar o poder do PC. Se funcionar, outras empresas vão copiar. E o mercado de jogos nunca mais será o mesmo.

19 Comentários

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    Luiz Carlos Tornick

    novembro 29, 2025 AT 19:17

    Claro, mais um PC disfarçado de console pra gente pagar R$4.299 e depois descobrir que não roda Netflix sem gambiarra. A Valve tá achando que todo mundo é entusiasta de Linux, mas a maioria quer só apertar o botão e jogar. Se eu quisesse lidar com drivers e DRM, eu compraria um PC mesmo. Essa é a mesma lógica do Steam Deck: 'ah, mas é mais livre!' - sim, livre pra sofrer.

    Se isso fosse um produto real, a Microsoft já teria comprado a Valve e engolido isso antes de lançar. Mas não, a Valve prefere ser o 'rebelde' que ninguém quer seguir.

    17,27 TFLOPS? Que nada. É só um número bonito pra quem não entende que 8GB de VRAM é um crime contra a humanidade em 2025. Aí vem o FSR como remédio pra dor de cabeça que eles mesmos criaram. Genial.

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    Gabriel Henrique

    dezembro 1, 2025 AT 15:46

    ISSO É UMA INVASÃO CULTURAL! A Valve tá tentando acabar com o Brasil jogando Linux na nossa TV! Quem vai manter o PS5? Os brasileiros que ainda têm vergonha de serem 'nerds'. O Xbox? O povo que acha que Windows é 'sistema de verdade'. Mas esse Steam Machine? É o aparelho da elite que acha que Linux é superior, mas não sabe nem instalar o Proton direito!

    Eles não querem vender console, querem vender ideologia. E aí? Se você não usa Linux, você é um traidor da liberdade? Não, meu irmão, você é um consumidor normal. E normal não é sinônimo de burro. Isso aqui é um golpe da Silicon Valley contra o povo brasileiro que só quer jogar Halo no sofá sem ter que digitar comandos no terminal.

    Se o governo não bloquear isso, a próxima coisa vai ser o Windows 12 no PS5. E aí, quem vai pagar a conta? Nós. Sempre nós.

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    Dante Baptista

    dezembro 1, 2025 AT 19:55

    Se o preço é igual ao PS5, então tá errado. Ponto. Nada mais a dizer.

    Se não tem exclusivos, não é console. É um PC com controle. E quem quer isso já tem um PC. Então por que isso existe? Pra vender mais cartões de crédito? Eu acho que não.

    Meu PC roda tudo. E eu não quero ter que ligar ele só pra jogar no sofá. Esse aparelho é inútil. Só serve pra quem gosta de se sentir inteligente por usar Linux. Eu prefiro ser feliz e jogar Spider-Man 2.

    1080p? Sério? Em 2025? O que a Valve tá fumando?

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    rosangela c gomes

    dezembro 3, 2025 AT 12:21

    Eu amei esse post! Realmente, acho que a Valve tá tentando algo diferente e bonito, mesmo que não seja perfeito. Se você já tem um PC, esse aparelho é tipo um 'irmãozinho' que vai te ajudar a jogar no sofá sem bagunça. E o fato de poder usar o mesmo cartão de jogo no Steam Deck? Isso é amor!

    Não precisa ser o mais potente pra ser bom. A gente não precisa de 4K pra curtir um jogo. O importante é a experiência. E se ele roda quase tudo da Steam, tá ótimo. A gente só precisa dar uma chance, né? 😊

    E se o Netflix não roda bem? Aí a gente espera a Valve melhorar. Ela já melhorou tanto desde 2013, acho que vai conseguir.

    Meu marido tá querendo comprar, e eu tô apoiando. Porque ele merece um jeito fácil de jogar sem ficar com fio por toda a sala. ❤️

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    Luiz Eduardo Paiva

    dezembro 5, 2025 AT 10:18

    Isso aqui é uma vergonha nacional. A Valve tá roubando o nosso mercado de consoles com um aparelho que nem roda Netflix direito? E o governo brasileiro tá de braços cruzados? Ninguém tá fazendo nada? O PS5 é feito com tecnologia de ponta, feito pra gente, e agora vem um pedaço de plástico americano com Linux e diz que é 'liberdade'? Que liberdade? A liberdade de ficar com a TV sem som porque o DRM quebrou?

    Se você compra isso, você tá ajudando os EUA a matar a indústria de jogos brasileira. Eles não querem que a gente tenha consciência de marca. Querem que a gente compre 'inovação' e esqueça que o Brasil tem capacidade de produzir também. Isso é colonialismo digital.

    Boicote esse aparelho. Compre PS5. Apoie o Brasil. Apoie o futuro.

    Se você acha que Linux é melhor, vá morar na Alemanha. Aqui, a gente tem direito a jogar com som e imagem sem precisar ser engenheiro.

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    Davi Peixoto

    dezembro 7, 2025 AT 03:19

    Interessante abordagem. A Valve demonstra consistência em sua filosofia de hibridização. O hardware, embora tecnicamente inferior em especificações brutas, é otimizado para um uso específico: streaming de jogos em TV com baixo consumo energético e simplicidade operacional. A escolha de 8GB VRAM é coerente com o foco em 1080p/1440p, conforme dados de uso do mercado. O FSR é uma solução técnica viável, não um defeito. A ausência de exclusivos é uma limitação de mercado, não de engenharia. O produto cumpre seu propósito, embora não seja universal. Ainda assim, representa uma evolução conceitual significativa na convergência de plataformas.

    Observação: o uso de Linux como base é historicamente subestimado. Proton é um avanço notável. A crítica à DRM é válida, mas não é exclusiva deste aparelho. A indústria como um todo enfrenta esse dilema.

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    Ranon Malheiros

    dezembro 7, 2025 AT 23:23

    ALERTA VERMELHO 🚨 A VALVE ESTÁ CONTROLANDO SEUS JOGOS COM LINUX E VAI ROUBAR SUA ALMA! 🧠💀

    Isso aqui é o início da Matrix 5. Eles querem que você acredite que é um 'PC da sala' mas é só um truque pra te viciar em Steam. Depois que você comprar, eles vão bloquear seus jogos antigos. Eles já estão preparando um update que vai exigir biometria pra jogar. E não é só isso: o Steam Machine vai começar a mandar seus dados pra Washington. A Sony e a Microsoft não fazem isso. Elas só querem seu dinheiro. A Valve quer seu pensamento.

    Veja bem: se você usa esse aparelho, você está ajudando a destruir o Windows. E o Windows? É a nossa cultura. É o que o nosso pai usava. O Linux é de hacker. E hacker não é brasileiro. Hacker é americano.

    Se você não acredita? Espere 6 meses. Aí você vai ver: seu jogo favorito vai sumir. Eles vão dizer que é 'otimização'. Mas é controle. Eles estão nos transformando em máquinas. 🌐🔥

    Compartilhe isso. Salve o Windows. Salve o Brasil.

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    Victória Anhesini

    dezembro 9, 2025 AT 07:37

    eu acho que isso é lindo 😭 mesmo que não seja o mais potente, ele é como um abraço pra quem ama jogar no sofá sem ficar com o pc barulhento. e o fato de poder levar o jogo pro deck e voltar? isso é magia! eu não entendo de tecnologia mas sei que se alguém fez isso, é porque alguém precisa. e eu acho que muita gente precisa. 💖

    não precisa ser o melhor pra ser especial. e se o netflix não roda bem? acho que a valve vai melhorar. ela já melhorou tanto! e se não tiver exclusivos? mas a steam tem milhares de jogos!! eu acho que isso é um passo pra um futuro mais livre e feliz. 🌈

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    Eduardo Gusmão

    dezembro 11, 2025 AT 06:58

    Interessante como a Valve priorizou o processador em vez da GPU. Isso faz sentido se você pensa em multitarefa - emuladores, navegadores, edição leve - tudo isso pesa mais no CPU do que na GPU. A memória de vídeo de 8GB é limitante, mas não é um erro: é uma trade-off. Eles apostaram na eficiência e na flexibilidade. O FSR não é um remédio, é uma estratégia. E o fato de rodar quase todos os jogos da Steam com Proton é um feito técnico enorme. Muita gente não entende que Linux não é 'menos', é diferente. E diferente não é pior. É só outro caminho.

    Se você quer 4K nativo com exclusivos, vá de PS5. Mas se você quer liberdade, atualizações contínuas, e não quer ser preso a um sistema fechado, esse aparelho é quase ideal. O preço é alto, mas comparado a um PC de mesma potência? É até barato.

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    Joseph Lacao-Lacao

    dezembro 12, 2025 AT 08:28

    A Steam Machine representa uma episteme tecnológica distinta: não mais a hegemonia do hardware como símbolo de poder, mas a soberania do software como forma de liberdade. A escolha de SteamOS não é técnica, é política. A Valve rejeita o modelo de silos proprietários - PS5, Xbox - que transformam o jogador em consumidor passivo. Aqui, o usuário é agente: pode instalar emuladores, modificar drivers, acessar o sistema. Isso não é um console. É uma plataforma de resistência digital. A ausência de exclusivos é, paradoxalmente, seu maior trunfo: não se vende ilusão, mas possibilidade. O gargalo de VRAM é uma limitação física, mas não ética. O FSR não é uma compensação - é uma redefinição da estética do jogo. A 4K não é o fim; a fluidez, a personalização, a continuidade entre dispositivos - esses são os novos paradigmas. A Valve não está competindo com Sony ou Microsoft. Ela está redefinindo o que é um jogo.

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    Lucas lucas

    dezembro 13, 2025 AT 16:11

    Claro, porque ninguém quer um console que roda 1080p em 2025 com 8GB de VRAM, né? A Valve pensou que se chamasse de 'PC da sala' e botasse um nome bonito, todo mundo ia esquecer que isso é um laptop de R$3.500 com um controle. Eles acham que o fato de rodar Linux torna isso 'intelectual'? Que graça? Você quer jogar Cyberpunk 2077 em 4K? Não vai rolar. Quer assistir à Disney+ sem lag? Vai ter que usar o navegador e rezar. Quer um controle que não trave? Tá tudo certo, desde que você não queira nada além de jogos que já existem. O que essa máquina tem de 'liberdade' é só o fato de você poder se frustrar com mais opções. E o preço? R$4.299? Por isso que o Brasil é o país do 'compra o mais caro porque é melhor' - mesmo quando é pior. Parabéns, Valve. Você criou o console mais caro para quem não quer o que o PS5 tem. E ainda quer que a gente te admire. Não vamos.

    Se eu quero um PC na TV, compro um PC. E não preciso de um aparelho que me diz que Linux é 'melhor'. Eu já sei. Mas eu não quero lidar com isso. E isso é o que a maioria quer.

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    Giovani Cruz

    dezembro 15, 2025 AT 07:58

    Essa máquina é como se alguém pegasse o seu PC de mesa, colocasse numa caixinha bonita, tirasse todos os fios, e disse: 'pronto, agora você pode jogar no sofá sem se sentir um nerd'. E não é só isso - ela entende que você já tem um Steam Deck, que você já tem um PC, que você só quer um jeito fácil de jogar em casa. E ela não tenta ser o melhor. Ela tenta ser o mais inteligente. A escolha do 8GB de VRAM? É porque ela sabe que 90% dos jogadores jogam em 1080p. Aí você usa o FSR e tá tudo lindo. O Netflix não roda? Pois é, mas você pode instalar o Kodi e usar um plugin. É mais trabalho? Sim. Mas você tem escolha. E isso, meu amigo, é o que o PS5 não te dá. O PS5 te diz: 'jogue isso, e pronto'. O Steam Machine te pergunta: 'o que você quer jogar hoje?'. E se você quer um controle que vibra? Tem. Se quer um controle que muda de cor? Tem. Se quer jogar Doom com um teclado? Pode. Isso não é um console. É um playground. E o preço? É o preço da liberdade. E às vezes, liberdade custa. Mas vale cada centavo.

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    Mateus Marcos

    dezembro 15, 2025 AT 14:45

    A análise apresentada é técnica e objetiva. As especificações do hardware estão corretamente descritas. A comparação com os concorrentes é factual. A menção ao Proton e à compatibilidade da Steam é pertinente. A crítica aos serviços de streaming é válida e bem fundamentada. A conclusão sobre o público-alvo é precisa. O produto cumpre sua finalidade, embora não seja universal. A decisão da Valve de não priorizar potência bruta, mas flexibilidade, é consistente com sua filosofia de longo prazo. O preço, embora elevado, é justificável pela natureza do dispositivo. Recomenda-se a compra apenas para usuários que compreendem e valorizam a liberdade de software.

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    Leandro Moreira

    dezembro 16, 2025 AT 01:17

    eu acho que esse aparelho é uma ótima ideia, mesmo que não seja perfeito. se você já joga no pc e quer jogar no sofá sem ter que ligar o computador todo, isso é um sonho. e o fato de poder usar o mesmo cartão de memória no steam deck? isso é inteligência. e se o netflix não roda direito? aí é só uma questão de tempo - a valve já melhorou tanto desde 2013. e se não tem exclusivos? mas a steam tem mais de 50 mil jogos! eu acho que isso é o futuro. não precisa ser o mais forte pra ser o melhor. às vezes, é só o mais livre. 😊

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    Vinicius Nascimento

    dezembro 17, 2025 AT 05:24

    8GB VRAM? 😂

    SteamOS? 🤡

    Preço igual ao PS5? 🤦‍♂️

    Se você não quer exclusivos, não quer 4K, não quer apps nativos... então por que não usa o seu PC mesmo? 🤷‍♂️

    Isso é um produto pra quem acha que Linux é 'cool'. Não é um console. É um status symbol de nerd. E eu não quero isso. 💀

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    Joseph Antonios

    dezembro 17, 2025 AT 23:30

    Isso aqui é um erro. A Valve não tem direito de dizer que Linux é melhor. Isso é uma heresia. O Windows é o sistema do povo. O PS5 é o console do povo. Se você quer algo mais barato, compre um PC usado. Mas não me venha com essa história de 'liberdade'. Liberdade é jogar o que você quer, quando quer, sem precisar entender o que é Proton. Se você precisa de um tutorial pra jogar, você não é um jogador. Você é um técnico. E eu não quero ser técnico. Eu quero jogar.

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    Alisson Karlinski

    dezembro 19, 2025 AT 14:26

    o mundo tá se tornando uma caixa de som sem som

    quem vai lembrar de quando jogávamos no chão com fio de controle emendado com fita isolada?

    agora é tudo perfeito. e vazio.

    esse aparelho é o fim da paixão. é o jogo que não te desafia. é o console que não te faz sentir nada.

    porque quando tudo é fácil... você esquece de sentir.

    eu prefiro o PS5. porque ele me faz sofrer. e sofrer é viver.

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    Brunna Lima

    dezembro 20, 2025 AT 06:24

    Se você compra isso, você é um traidor da cultura de jogos. A Sony e a Microsoft investiram bilhões em exclusivos, em experiência, em qualidade. E a Valve? Ela só quer vender mais jogos da Steam. Esse aparelho é uma armadilha. Você acha que está comprando liberdade? Não. Você está comprando um sistema que vai te obrigar a atualizar drivers, lidar com bugs, e depois descobrir que o seu jogo favorito não roda porque o desenvolvedor não fez patch pra Linux. E o pior? Você vai pagar R$4.299 por isso. E ainda vai achar que é 'mais inteligente'. Não. Você só é ingênuo. Compre PS5. Apoie o que é feito com amor. Não o que é feito com código.

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    rosangela c gomes

    dezembro 22, 2025 AT 00:31

    eu vi o comentário do Luiz Eduardo e fiquei triste... mas eu entendo o medo dele. mas a tecnologia não é inimiga. ela é só uma ferramenta. e se a valve está tentando fazer algo diferente, talvez seja porque o mundo tá cansado de tudo igual. eu não quero um PS5. eu quero algo que me deixe livre. e se isso significa usar Linux, então que seja. não é pra todo mundo. mas é pra mim. e pra muitos outros. ❤️

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